Especialidade: Psiquiatria

Falecido em 8 de junho de 2026 (RIP)

“Acho que não escolhi ser médico. Devo ter sido escolhido. Pois não me vejo sendo outra coisa. É como uma roupa que assentou em mim, justa, nas medidas certas. Sendo médico, me sinto tão bem e feliz que parece até que o faço por mim, não pelos outros. Pois é. Fazer pelos outros acaba sendo fazer algo bom para nós mesmos. A sensação é incrível. É sentir que nascemos para isso. Que nossa vida vale a incrível sorte de existirmos.”

 

Anos 2000, num dos “Encontros de Gerações”, na companhia de duas de suas mais estreitas amizades: Paulo José Szeles e Eduardo Berger – todos da 52.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O início dessa fala do saudoso e querido Lalá está levemente cortado. Ele compara duas “viagens”: nossa memorável jornada de 1968, à Europa, com a nossa própria vida… rumo ao “horizonte eterno”! Sempre muito inspirado e oportuno!

Sabiamente, nosso amigo traz a mensagem que “nessa viagem, o mais importante não é o destino” – que é certo, sabido e inexorável – “mas sim o percurso, as escalas, as calmarias, as turbulências, e que ao final da jornada, já que a morte sorri para todos, que devemos sorrir de volta para ela”. Obrigado, Mermãozinho Lalá, vá em paz e sorrindo! 🙏🙏🙏