
claro!), enquanto seus irmãos, cafeicultores no norte paranaense, enriqueceram significativamente como produtores do “ouro verde”. Papai, com sua “lojinha” no bairro judeu, era o típico batalhador da classe média-média, lutando para manter a família; admirava os irmãos pela fortuna que ajuntaram – mas não deixava de sonhar em ser, também, proprietário de uma lavoura de café.Fui com ele, ao volante do “fusca” 1.200 que ele tinha, para conhecer a tal propriedade adquirida no norte do Paraná. Pegamos a “highway”, Rodovia Raposo Tavares… Sua pista única, com muitos trechos sem acostamento, fizeram da viagem uma aventura com muitas emoções, de São Paulo até Ourinhos, a última cidade do estado! Castelo Branco?? A estrada?? Nem projeto… nem o próprio marechal era conhecido!

A ENORME “PEROBINHA” QUE DAVA NOME AO PEQUENO SÍTIO
Atravessada a ponte sobre o “Panema”, já em terra das araucárias, passando por Cambará, Cornélio Procópio, Cambé, Londrina, Rolândia, se não me engano nesta ordem, chegamos à “nossa fazenda”, no município de Marialva.
Na porteira, que na verdade não havia, apenas um mata-burro e uma tosca placa: “Sítio da Perobinha” – e realmente uma enorme árvore lá estava (“perobona”?). Era um velho cafezal, pouco produtivo, que obviamente, não enriqueceu seu dono… papai vendeu-o uns poucos anos depois, acredito que pelo mesmo valor da compra.

E SE EU TIVESSE FEITO DIFERENTE??
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