terça-feira, setembro 1

GTM – Grupo Teatral Medicina, por Eduardo Berger

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No clipe abaixo, você poderá assistir a parte referente ao GTM dos 9m 7s aos 17 m 17s.

O narrador dos primeiros segundos é Reinaldo Morano Filho (62ª, teria sido da 54ª – o ativismo político impediu).

Os “contadores de história” são, inicialmente, Walter Colli (45ª) e Fernando Mattos Barretto (48ª) e, na sequência, Antonio Carlos Madeira de Arruda (55ª). Os três nos deliciam com seus relatos sobre o Grupo Teatral Medicina!

Nada há a acrescentar…

Que dias fantásticos vivemos nos ’60 / ’70!

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Nossos queridos amigos Lea Lederer, Lech Michal Szymanski e Roberto Cury representaram a 52ª com brilhantismo.

“EM CARTAZ”!

Domingos Lalaina Jr, o “Simão”

Léa Lederer (protagonista), a “Eva” 

 

 

 

 

Lech M Szymanski, o “General Raimundo Cornélio” e Roberto Cury, “o agente funerário” gggg

5 comments

  1. Claudio Rossi 30 outubro, 2021 at 19:48 Responder

    Eu vi os mais de 40 minutos de relatos. Não fiquei apenas no GTM. Os minutos do GTM, também, foram muito importantes como lembrança de um tempo que nos forjou. Tempo em que, entre outras coisas, se fazia teatro sério e se levava a sério o teatro como crítica social e política. Se convivia com artistas profissionais etc.
    Vivemos uma época muito privilegiada do ponto de vista cultural. Os últimos minutos do vídeo nos quais se relata a luta dos acadêmicos pela liberdade é muito tocante e trágica.

  2. EDUARDO BERGER 31 outubro, 2021 at 10:40 Responder

    Que dias fantásticos vivemos nos inigualáveis anos 60!
    Também assisti o vídeo na íntegra – é imperdível! As imagens e o texto são antológicos!
    Este post é focado no Grupo Teatral Medicina, onde a 52ª foi dignamente representada pela Léa, Lalaina, Cury e Lech. Entretanto, todo o contexto da época está presente nos seus 4 tópicos: A.A.A.OC., SHOW MEDICINA, G.T.M. e C.A.O.C.
    Certamente, nossos amigos aqui citados devem ter muitas histórias pra contar do teatro. Os leitores são ávidos por conhecê-las…

  3. Eduardo Verani 31 outubro, 2021 at 11:19 Responder

    Maravilhosas lembranças . O que eu não daria para viver de novo , agora com mais intensidade , esses tempos que nos encantaram tanto .

  4. Domingos Lalaina Junior 31 outubro, 2021 at 14:39 Responder

    Requiem ao Molho Vinagrete. Fiz o noivo que o pai trouxe como presente de aniversário para a filha, interpretada por Lea. O pai morre de infarto no sexo com a doméstica e a festa se transforma em velório. Foi momento de glória para todo o Grupo. A peça fez sucesso. Poucos sabem que Cacilda Becker era parente de um dos colegas. Assistiu à apresentação e foi nos cumprimentar nos bastidores. Convidou-me, junto com outros colegas, a fazer um teste . Meus pais ficaram apavorados com a possibilidade de que eu largasse a faculdade e fosse ator. Para todos nós o Teatro era uma paixão, mas a Medicina, paixão maior.

  5. Cristiano Figueira 10 agosto, 2026 at 07:40 Responder

    Caro Senhor Eduardo Berger.
    Estou escrevendo um livro sobre a juventude do meu pai, baseado em alguns documentos encontrados em uma pasta antiga. embora ele não tenha se formado em medicina, parece ter frequentado o curso nos anos 60. Três documentos são relacionados a Faculdade: uma carta do jornal Bisturi (1965) a possíveis patrocinadores, o texto integral da peça Noite de guerra no Museu do Prado, citada neste vídeo, e um ofício da SBAT entregue a Comissão Estadual de Teatro (1968) relacionado a mesma peça. Ele se chamava Altacyr Natal Figueira e mudou para a física, tornando-se professor desta matéria em cursinhos pré-vestibulares. Já procurei a administração do setor de alunos de ambas as faculdades e nenhuma tinha informações a fornecer. Se ele era alguém ligado ao GTM o senhor e o Sr. Franklin Amorim Sayão seriam as pessoas mais indicadas para esta confirmação. Agradeceria se me ajudasse a completar a história.

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